quinta-feira, 3 de novembro de 2011

G.I. Joe: Retaliation-Em breve nos cinemas


O programa Entertainment Tonight esteve recentemente em Nova Orleães no set de «G.I. Joe: Retaliation» e falou com Dwayne "The Rock" Johnson (Roadblock), D.J. Cotrona (Firefly) e Adrianne Palicki (Lady Jay) sobre a produção da obra e as suas personagens. Para além disso, o video que apresentamos abaixo dá ainda acesso a imagens que vão estar no filme, sendo de destacar uma luta entre Roadblock e Firefly..

Recordamos que «GI Joe: Cobra Strikes» tem a realização de Jon M. Chu, responsável por filmes como «Step Up 2» e «Never Jay Never» (sim, aquele filme sobre Justin Bieber).

Para além dos nomes já citados, encontramos também no elenco Channing Tatum (Duke), Ray Park (Snake Eyes), Byung Hun-lee (Storm Shadow), RZA (Blind Master) e Bruce Willis no papel de Joe Colton ( o GI Joe original).

G.I. Joe: Retaliation» chega aos cinemas a 29 de Junho de 2012




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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Margin Call – O Dia Antes do Fim


Margin Call – O Dia Antes do Fim, o primeiro trabalho nas telonas do cineasta J.C. Chandor, acompanha os acontecimentos de um banco durante 12 horas, quando a crise de 2008 estourou no mundo.

Tudo começa quando, no início das turbulências econômicas, um analista de operações tem acesso a informações confidenciais que podem falir a empresa onde trabalha, empurrando para o desastre a vida de todos os envolvidos.

SINOPSE:

No começo da crise financeira de 2008, um analista de operações tem acesso a informações que podem levar a queda da empresa onde trabalha e empurra a vida de todos os envolvidos para um desastre.

FICHA TECNICA:
Titulo Original:Margin Call
Ano de Lançamento:2011
Gênero:Thriller
Direção: J.C. Chandor

ELENCO:
Kevin Spacey ... Sam Rogers
Paul Bettany ... Will Emerson
Jeremy Irons ... John Tuld
Zachary Quinto ... Peter Sullivan
Penn Badgley ... Seth Bregman
Simon Baker ... Jared Cohen
Mary McDonnell ... Mary Rogers
Demi Moore ... Sarah Robertson


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Critica do filme Apollo 18



Tenho pra mim que o espectador de cinema é muito mais perspicaz do que imagina os fazedores de filmes. É mentira achar que ele só quer uma coisa, que tem capacidade de compreensão limitada. Ele não quer é ser enganado. E sabe quando está sendo enganado. Não me refiro à ilusão criada pela obra na qual se faz necessário embarcar. Mas no engodo de vender gato por lebre num pacote embalado no frágil papel da “campanha de marketing bem-sacada”. Esta é a órbita de Apollo 18, mais do mesmo galvanizado por uma estratégia de lançamento que não convence mais ninguém.

Durante os meses que antecederam a estreia do longa, vendeu-se a ideia que as cenas do filme seriam reais, fragmentos de vídeos feitos por cosmonautas da NASA durante uma malsucedida viagem à lua que a Agência Espacial Americana nega ter existido, como de fato não existiu. Tudo, claro, não passa de marketing para atrair público e gerar virais na internet. Até aí, tudo bem. Mas se a intenção é fazer o público embarcar na teoria da conspiração, que façam ao menos algo que pareça real e não um filminho de terror fajuto à gravidade zero. Um amontoado de clichês que se sucedem cansativamente.

Já nos primeiros minutos de projeção de Apollo 18 a sensação de déjà vu se estabelece e permanece soberana até o final do filme. Tudo que se vê na tela já foi visto e revisto à exaustão nos cinemas. Não há nada de diferente, nenhuma tentativa de surpreender o público, de dar a ele algo novo. E nessa jornada espacial rumo ao tédio somos martirizados ainda com a câmera que cai, que treme, que perde foco, perde sinal e nos faz perder a paciência.

Mesmo para quem gosta de suspenses na linha “câmera na mão”, Apollo 18 não deve empolgar. O filme não tem a novidade de A Bruxa de Blair, o bom timming para o susto de Rec, nem sustenta o tom misterioso como Cloverfield. No balaio de filmes do gênero, é o mais inexpressivo e apático.

Embarcarei na onda dos produtores e não darei mais detalhes sobre a trama para não estragar “as surpresas” do filme. Basta saber que na viagem a tripulação da Apollo 18 encontra mais do que pedras e crateras. Já para quem for ao cinema, o cenário será tão repetitivo quanto o da lua re

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As aventuras de Spielberg



As aventuras de Spielberg, Peter Jackson e Tintin

Desde que foi conhecida a intenção de transformar as fabulosas aventuras do repórter de Hergé em banda desenhada numa mega produção cinematográfica bem diferente das versões de desenho animado até aqui produzidas, sabia-se: eis uma nova aventura de Tintin... e de alto risco.

Contar com Spielberg e Peter Jackson na foram os primeiros fatores de minimização do risco. Contudo, a expectativa do público e o grau de incógnita da sobre a sua reação mantiveram-se proporcionalmente elevados até ao momento da estreia.

Nem podia ser de outra forma. Afinal, são muitas as gerações que desde 1929 vibram com o génio de Hergé e o caráter único do inimitável Tintin. Uma personagem que gerou, além de um extraordinário elenco de amigos, inimigos e figurantes, um léxico próprio. Quer na língua original, quer nas traduções. Poucos seremos os que não associam fácil e instantaneamente a cada personagem as imortalizadas expressões “c’o a breca”, de Tintin, “com mil milhões de macacos”, do incorrigível e impetuoso Capitão Haddock ou os reiterados “diria mesmo mais...” dos inseparáveis e desastrados Dupond e Dupont. O mesmo se aplica ao estridente “ah...rio-me por me ver tão bela!...” de Bianca Castafiore ou os divertidos equívocos do surdíssimo Professor Girassol. Não esquecendo a peculiar delicadeza de Oliveira da Figueira, representação nacional que Hergé eternizou.

Passar tal registo para cinema seria então a maior aventura e prova de resistência do legado Tintin. Depois de vista, esta versão cinematográfica que conta com um extraordinário domínio de uma fantástica técnica digital, um visível cuidado em manter a fidelidade ao discurso e registo de Hergé e uma clara prova das muitas e muitas horas de respeitável trabalho que o empreendimento terá envolvido, não evita, para a geração BD ou mesmo de desenho animado, a sensação de que estas não são, genuinamente, “As Aventuras de Tintin”, mas mais a grande aventura de Steven Spielberg e Peter Jackson com Tintin!

AQUI FICA O TRAILER DO SEU ULTIMO FILME




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Immortals (2011)-Em breve nos cinemas



O filme Immortals, dirigido por Tarsem Singh, já é uma das estréias mais aguardadas do ano em sua categoria. Henry Cavill, que faz o príncipe guerreiro Theseus e Freida Pinto, entre outros, fazem parte do elenco deste épico grego.

Eons depois dos deuses vencerem sua luta mítica contra os titãs, um novo mal ameaça a terra. Mad com o poder, o rei Hyperion (Mickey Rourke) declara guerra contra a humanidade. Acumulando um exército de soldados sanguinários desfigurados pela sua própria mão, a Hyperion incendeia a Grécia em busca do lendário arco Épiro, uma arma de poder inimaginável forjada nos céus por Ares.

Só quem possui este poder pode desencadear os Titãs, que foram presos no fundo das paredes do Monte Tartaros desde a aurora dos tempos e com sede de vingança. Nas mãos do rei, o arco iria chover destruição sobre a humanidade e aniquilar os Deuses. Mas a antiga lei determina aos Deuses a não intervir no conflito do homem. Eles permanecem impotentes para parar Hyperion … até que um camponês chamado Teseu (Henry Cavill) surge como a única esperança.

Secretamente escolhido por Zeus, Teseu deve salvar seu povo da Hyperion e suas hordas. Reunindo um grupo de estranhos companheiros – incluindo a visionária sacerdotisa Phaedra (Freida Pinto) e o astuto escravo Stavros (Stephen Dorff) – um heroi irá liderar a revolta, ou assistir a queda em ruínas de sua pátria e seus deuses desaparecerem em lenda

Direção: Tarsem Singh

Roteiro: Charley Parlapanides / Vlas Parlapanides

Elenco:
Henry Cavill 
Freida Pinto 
Mickey Rourke 
John Hurt / Kellan Lutz 
Joseph Morgan 
Isabel Lucas 
Luke Evans 
Stephen Dorff



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Critica do filme Drive (2011)


Com ar policial da década de oitenta e cenas de perseguição de primeira linha, Drive é o tipo de filme que ganha a aceitação por fazer de seu protagonista a melhor arma do próprio longa. E felizmente Ryan Gosling estava disponível e interessado em responder ao nível da necessidade.


Em certas ocasiões, filmes se dão ao direito de revisitarem estilos do passado para mostrarem o grau de solidez de produtos eternizados. Nesta viagem, uma tênue linha separa aquilo que o espectador entenderá como opção criativa ou clichê. E levando em consideração que o que se vê na tela é o que vale, e não a intenção do diretor, estes dois posicionamentos bem ou mal estarão próximos. Drive é um perfeito exemplo desta ocasião.

No filme, Ryan Gosling é um dublê de filmes de ação que se destaca como um ás do volante. Quando distante dos asfaltos cenográficos, desponta como motorista de fuga em trabalhos cuja ilegalidade é irrelevante para o seu trabalho. Em um ocasional encontro no elevador de seu prédio, conhece Irene (Carey Mulligan), e de imediato os dois despertam um interesse mútuo.

Drive tem como característica mais marcante a escolha pelos elementos exatos para cada item da construção de sua estética. Um ponto importantíssimo para o tipo de narrativa que o diretor Nicolas Winding Refn pretendeu aplicar. Afinal, não é sempre que as diversas camadas de um filme promovem tão bem a assimilação de sua história. E aqui isso é feito de maneira tão acertada que permite ao roteiro se ater à escrita dos fatos, não às contextualizações.

É totalmente possível enxergar o distanciamento social do protagonista através das ferramentas que o filme oferece. A trilha sonora eletrônica e simplista somada aos diálogos curtos dos outros personagens cuja altura do som fora propositadamente desmerecida na mixagem de som e as poucas palavras devolvidas por Gosling criam uma grande bolha de isolamento. E é neste ato de afastar o protagonista dos demais que o filme potencializa o interesse pelo mesmo. E aí os objetivos da direção passam a ser tão claros que logo se cria uma linha direta com o espectador. As reações desejadas por Nicolas Winding são efetivas na plateia, e isso é fruto de sua honestidade no longa.

Winding sabe que a curiosidade em torno do protagonista despertará o interesse do público, e prioriza isso. Por esta razão há o alimento da discrição acerca de Driver (personagem de Gosling). Seu nome real jamais é revelado, seu passado é pincelado por dois ou três dados diluídos em um diálogo despretensioso do qual ele não participa, suas forças motrizes nem sequer são requisitadas ao roteiro. Toda informação disponibilizada só fora dada para mover as engrenagens da trama: Driver dirige – e muito bem -, não demonstra com facilidade suas emoções (não confundir com frieza) e tem em seu principal figurino a dica para sua natureza. Um completo mistério apontado, inclusive, pela cena em que Irene e Driver conversam pela primeira vez; um plano médio centrado em Mulligan e em um pequeno espelho de parede que reflete Gosling acolhido pela penumbra. Figura que só após um breve interrogatório retoma a expressão jovial e inocente do ator; que caiu como luva no papel pelo seu ar vulnerável e atuação precisa.

Funciona? Quase com perfeição. Drive é aquela espécie de filme que garante com supremacia o bom desenvolvimento de seu personagem principal, mas é típico no desenrolar de sua história. Se a trilha eletrônica sutil casa muito bem com os longos planos sequência ou com grandes movimentações em cena, provando a segurança com que Driver executa suas tarefas, o mesmo não se diz do acompanhamento restante. Por diversas vezes, a trilha executa uma única nota prolongada, procurando estabelecer uma tensão que o texto já deveria se ocupar. Este pelo seu lado é enfeitado com uma ordem de falatórios manjados que apontam para um pequeno deslize na concepção da história, que a certa etapa se volta para um impasse entre bandidos muito menos interessante do que ver Driver em ação.

O que Drive tem que garante sua boa pontuação é a atitude. O filme é claramente baseado em uma escolha, a qual recai sobre seu personagem principal. Sob sua estética de filme policial oitentista denunciada pela abertura auto-narrada e créditos com fonte cursiva rosa, usa das artimanhas já conhecidas do estilo para ganhar tempo e projetar a imagem desejada de seu protagonista em minutos. E apesar de não comportar uma trama extraordinária e às vezes até soar mais do mesmo, sustenta seu protagonista com a mesma pegada que um dia já transformou “drivers” em ícones. Então, sim, foi uma opção.


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terça-feira, 1 de novembro de 2011

Bill Paxton vai levar a série «Kung Fu» ao cinema



Bill Paxton vai levar a série «Kung Fu» ao cinema

Segundo a Deadline, o actor/realizador Bill Paxton (Big Love) está em conversações para adaptar ao cinema o clássico dos anos 70 «Kung Fu», uma série que contava com David Carradine no principal papel.

Nesta série, que originalmente passou pela TV americana de 1972 a 1975, seguíamos um aprendiz de um monge de Shaolin que após a morte do seu mestre (que serviu de inspiração a Tarantino em «Kill Bill») vinga-se e tem de fugir para a América do velho oeste, onde vai procurar o seu irmão. Perseguido constantemente, ele tem de andar de cidade em cidade em modo justiceiro solitário nunca usando armas de fogo, mas sim o Kung Fu.

Estima-se que as filmagens desta obra começarão no próximo Verão na China.

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